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O que é Parto Humanizado?

 

Recentemente tem ficado cada vez mais comum ouvirmos falar em Parto Humanizado. Para muitos de nós o termo parto humanizado remete a parto na água, parto normal ou natural, parto em casa, parto de cócoras, etc. Mas na verdade qualquer tipo de parto, seja natural, normal, cirúrgico, em casa ou no hospital, pode (ou não) ser humanizado! 

 

Mas afinal, o que isso significa e no que ele difere dos tipos mais convencionais de parto?

 

Muito mais do que um modalidade específica de parir, o que o movimento pela humanização do parto busca é algo muito mais profundo, uma transformação no modelo de assistência ao parto e ao nascimento por parte das instituições e profissionais de saúde. Para compreendermos melhor a importância e a necessidade deste movimento vamos pontuar alguns de seus pilares básicos.

 

1. Desmedicalização do parto. 

 

  • O parto não é um evento exclusivamente médico.

A gestação, o parto e o puerpério (pós-parto) constituem em uma das experiências humanas mais significativas para todos que dela participam, especialmente para a mulher e sua família. Precisamos resgatar um olhar para o parto como algo que transcende o evento biológico do nascimento do bebê, sendo um marco importante de transformação física, psico-emocional, sexual, espiritual e social, capaz de deixar marcas profundas que influenciam no decorrer da vida da mãe, do bebê, e também de sua família.

 

"Humanizar o parto é respeitar e criar condições para que todas as dimensões do ser humano sejam atendidas: espirituais, psicológicas, biológicas e sociais." (Largura, M.L. - 1998)

 

  • Parto fisiológico X parto patológico.

 

Gestação e parto são processos naturais e fisiológicos que normalmente ocorrem sem complicações. A maioria dos profissionais vê a gestação, o parto, o aborto e o puerpério como um processo predominantemente biológico onde o patológico (a doença) é mais valorizado. Durante sua formação, doenças e intercorrências são enfatizadas e as técnicas intervencionistas são consideradas de maior importância. Os estudantes são treinados para adotar "práticas rotineiras" de intervenções, como em uma linha de produção aonde todas as mulheres são "processadas" da mesma forma, sem a avaliação crítica caso a caso. Disto decorre um grande número de intervenções desnecessárias e potencialmente perigosas e iatrogênicas (doenças ou complicações ocasionadas por procedimentos médicos). 

Em uma assistência humanizada devemos tomar muito muito cuidado para não transformar desnecessariamente o acontecimento mais lindo da vida, em uma complexa intervenção médica.

 

"Humanizar o parto é um conjunto de condutas e procedimentos que promovem o parto e o nascimento saudáveis, pois respeita o processo natural e evita condutas desnecessárias ou de risco para a mãe e o bebê". (OMS, 2000)

 

  • Atendimento individualizado:

 

Reconhecer a individualidade é humanizar o atendimento. Cada pessoa e cada mulher tem suas próprias crenças, costumes, medos e desejos, e independente de quaisquer diferenças todas merecem ser acolhidas. Reconhecer isso permite ao profissional estabelecer com cada mulher um vínculo afetivo e perceber suas necessidades e capacidades para lidar com o processo do nascimento. Os profissionais de saúde envolvidos no contexto do nascimento precisam lembrar que são os primeiros que tocam cada ser que nasce e ter consciência dessa responsabilidade e honra!

 

2. Protagonismo da mulher – afinal, o parto e o corpo são dela!

 

  • Devolver a autonomia à mulher.

 

Não cabe ao profissional de saúde assumir o comando e o controle da situação. Sua função é a de colocar seu conhecimento e experiência a serviço da mulher e de seu bebê, identificando quando e de que forma sua intervenção é necessária para assegurar a segurança e saúde de ambos e prevenindo a morbi-mortalidade materna e perinatal. Nada disso é possível se não soubermos olhar a parturiente com atenção plena, escutá-la e acreditá-la! 

 

  • Acreditar na capacidade da mulher para parir seu bebê e na habilidade inata de seu corpo e fisiologia.

 

  • Respeitar o ritmo e a natureza dos processos fisiológicos.

 

  • Incentivar e permitir que as mulheres vivam  a experiência do nascimento de seus bebês de forma ativa e participativa.

 

  • Preservar a autonomia e integridade física e psíquica das mulheres.

 

  • Respeitar seu direito de escolha sobre o próprio corpo e sobre onde, como e com quem desejam parir.

 

  • Em última instância, reconhecer a cidadania da mulher, respeitando seus direitos humanos, reprodutivos e sexuais.

 

3. Escolha informada

 

Para se ter uma boa experiência de parto, conhecimento e preparação fazem toda a diferença! Quanto mais informações uma mulher tiver, maiores são as chances de uma experiência satisfatória e feliz! Cabe a mulher e seu parceiro buscar e questionar as informações recebidas, e aos profissionais oferecer informações atualizadas com base em evidências científicas reais para que as mulheres possam fazer suas escolhas de forma livre e consciente. 

 

  • Escolha da via, tipo e local de parto.

 

  • Elaboração do plano de parto.

 

  • Conhecimento dos protocolos hospitalares.

 

  • Escolha da equipe caso utilize serviço particular.

 

4. Medicina Baseada em Evidências (MBE)

 

Esse é um termo que pelo próprio nome já causa um certo estranhamento, afinal a prática médica já não é científica por si só? Pois é... não! E é justamente pelo reconhecimento de que muitos dos procedimentos utilizados na medicina hoje em dia não têm respaldo científico satisfatório para aprovar ou não sua prática que, em meados dos anos 80, iniciou-se um movimento internacional cujo objetivo era sistematizar o conhecimento científico e evidenciar a segurança e eficácia de cada procedimento médico realizado em cada especialidade.

 

Essa iniciativa recebeu o nome de Colaboração Cochrane e foi responsável por desenvolver uma metodologia de pesquisa avançada e extremamente usada nos dias de hoje chamada revisão sistemática, que permite sintetizar as milhares de pesquisas feitas sobre um mesmo tema. O grupo da Colaboração Cochrane de Gravidez e Parto foi um dos primeiros a se organizar e desenvolver pesquisas. Este trabalho levou mais de uma década para ser concluído, contou com mais de 400 pesquisadores que revisaram cerca de 40.000 estudos publicados sobre o tema desde a década de 50, e que englobam e classificam a efetividade e segurança de 275 práticas de assistência perinatal. Como resultado notou-se que na assistência ao parto a incoerência entre a prática médica e as evidências científicas ela alarmante.

 

No Brasil, ainda hoje, apenas cerca de 15% das práticas médicas realizadas na assistência ao parto tinham evidências científicas quanto a sua eficácia e segurança.

 

5. Recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Ministério da Saúde para assistência ao parto.

 

Em 96 a Organização Mundial da Saúde publicou pela primeira vez uma síntese desse trabalho que ficou conhecida como “Recomendações da OMS”, e que posteriormente foram publicadas no Brasil pelo Ministério da Saúde com o título “Assistência ao parto normal, um guia prático”. Esses materiais vêm desde então sendo constantemente revisados e atualizados, e servem de base para a prática médica (ou pelo menos deveriam servir!), a fim de garantir que a equipe de saúde realize procedimentos comprovadamente benéficos para a mulher e o bebê, que evite as intervenções desnecessárias e que preserve sua privacidade e autonomia.

 

Os maiores problemas que encontramos na prática obstétrica brasileira se dão na forma de:

 

  • Abuso indiscriminado de cirurgias cesarianas.

 

A elevação nas taxas de utilização da cesariana é um fenômeno que vem ocorrendo em todo o mundo, embora tenha avançado mais genericamente no continente americano e, mais especificamente, no Brasil, onde chega a ser considerada epidêmica. Entretanto, o Brasil não é mais o campeão mundial de cesáreas. Foi já suplantado pelo Chile, na América Latina, e por alguns outros pequenos países asiáticos.

 

Existem alguns fatores que influenciam neste cenário:

 

- Sugestão: as mulheres são condicionadas negativamente em relação ao parto, desde a infância. A comunidade à qual ela pertence e os meios de comunicação exercem um importante papel nessa sugestão, ressaltando os sofrimentos do parto e associando-o muito mais à morte do que à vida. Infelizmente, essa sugestão também pode partir de profissionais da área da saúde. A cesariana desta forma é vendida como algo que poupa a mulher dos horrores do parto.

 

- Ignorância: falta de informação verídica e de preparo para o trabalho de parto. Muitas mulheres acreditam que a cesariana é a forma mais segura para ela e para o bebê. No entanto, apesar da redução dos riscos associados ao procedimento cirúrgico nas últimas décadas, o risco relativo de morte materna é ainda mais elevado na cesariana que no parto normal. Já é bastante conhecida a maior morbidade materna decorrente de complicações de cesárea, especialmente a infecção, hemorragia e complicações anestésicas. Outras complicações mais associadas ao procedimento incluem o tromboembolismo, a infecção urinária e, especificamente no caso das cesáreas de repetição, o acretismo placentário e suas conseqüências.  É importante que o profissional de saúde conheça tais riscos e suas possíveis repercussões para levá-los em consideração no momento de decidir pela via de parto, e também para a informar a mulher e seu companheiro, permitindo uma decisão compartilhada e consciente.

 

- Desamparo psicológico: é caracterizado pelo despreparo do profissional de saúde, e também pela indiferença demonstrada na falta de apoio psicológico e informação, por dificuldade de comunicar-se, ou por achar que a parturiente não deve saber da conduta adotada ou não é capaz de compreender o processo do parto. Por sua vez, em uma relação médico-paciente assimétrica, as mulheres têm dificuldade em participar da decisão do tipo de parto, sentido-se menos capacitadas para escolher e fazer valer seus desejos frente às "questões técnicas" levantadas pelos médicos.

 

- Maior pagamento dos honorários profissionais para a cesárea associada a economia de tempo e previsibilidade do momento do nascimento. Após anos desta prática, instituiu-se uma cultura pró-cesárea na população em geral e entre os médicos. Como conseqüência, parte importante dos obstetras não se encontra suficientemente motivada, e até mesmo capacitada, para o acompanhamento ao parto normal.

 

 

  • Abuso indiscriminado de procedimentos médicos realizados como rotina no parto normal - cascata de intervenções.

 

A cada intervenção realizada soma-se um risco, e para compensar ou corrigir esse risco se faz uma nova intervenção, e assim por diante, o que resulta em uma sucessão de procedimentos invasivos, dolorosos e potencialmente perigosos e danosos. Dessa forma a mulher vai sendo passivamente processada em diversas etapas durante o trabalho de parto, como se estivesse em uma linha de produção, e o chamado "parto normal" deixa de ser um evento fisiológico, ocorrendo sob grande número de interferências, geralmente desnecessárias.

 

Os procedimentos mais comuns são:

 

Raspagem sistemática dos pelos pubianos (tricotomia); lavagem intestinal (enema); jejum completo por pelo menos 6 horas; punção venosa permanente; múltiplos exames de toques; ‘sorinho’ para aumentar as contrações (ocitocina); monitoramento intermitente dos batimentos cardíacos fetais; posição fixa e não anatômica da mãe durante todo o processo de parto; anestesia; rompimento artificial da bolsa; corte do períneo (episiotomia); manobra de Kristeller ou fórceps; corte prematuro do cordão; manipulação excessiva do bebê.

 

  • Tecnologia a favor do ser humano e não ser humano submetido à tecnologia.

 

Os tempos recentes trouxeram um importantíssimos avanços tecnológicos na saúde, que na área obstétrica causou um grande impacto na segurança e sobrevivência de muitas mães e bebês. O que estamos sugerindo obviamente não é um retrocesso tecnológico da saúde, pois não há nenhuma incompatibilidade entre o atendimento baseado em evidências e respeitoso com as necessidades da mulher, sejam elas biológicas, psicológicas ou sociais, e um parto seguro. O que queremos é que haja critério para se utilizar dessa tecnologia para que ela possa prevenir os sofrimentos e riscos ao invés de promove-los, e que a tecnologia esteja a serviço das necessidades humanas para que as necessidades humanas não sejam submetidas à tecnologia.

 

Uma cesárea pode ser humanizada?

 

Sim! A cesariana quando bem indicada e necessária pode salvar vidas! Isso também é humanização. No entanto, quando possível, pequenas mudanças podem deixá-la melhor, como por exemplo: manter o companheiro ou acompanhante na sala, explicar os procedimentos que estão sendo feitos, minimizar ruídos e luz, baixar o campo no momento do nascimento, diminuir a manipulação do bebê, permitir que o bebê vá para o colo da mãe assim que nascer e mamar tão logo queira, dentre outras.

Mas atenção! Nada disso é válido caso a cesárea seja feita desnecessariamente, apenas por conveniência institucional ou médica, já que essa atitude é totalmente contrária ao bem-estar da mãe e do bebê, como prioriza o parto humanizado. 

 

6. Manejo da dor  – o que fazer diante do sofrimento do outro?

 

O parto constitui um dos pontos fundamentais da vida psico-sexual da mulher. Assim, quando é vivenciado com dor, angústia, medo e isolamento, pode levar a distúrbios psicológicos, afetivos e emocionais, podendo influenciar o relacionamento mãe/filho, além de sua vida afetiva e conjugal. O medo gera dor e a dor aumenta o medo.

 

  • Direito ao acompanhante.

 

O direito ao acompanhamento da gestante é lei e já reconhecido em diversas instâncias, entretanto não e praticado de forma regular e sistemática em todo o país. De maneira geral, apenas as mulheres mais favorecidas economicamente, que têm seus partos através de seguros em hospitais privados, é que se utilizam deste direito. O acompanhamento pelo marido, companheiro, familiar próximo ou amiga não envolve necessariamente nenhum preparo técnico. Representa, mais que nada, o suporte psíquico e é um fator de grande ajuda!

 

  • Métodos não farmacológicos de alívio da dor – acompanhamento das doulas.

 

Banho de chuveiro ou imersão, massagens, compressas térmicas, movimentação, técnicas de respiração e relaxamento, música, aromaterapia, cromoterapia, acupuntura, floral, etc. As doulas são experts nesse assunto, mas algumas dessas técnicas podem ser feitas por qualquer pessoa.

 

  • Anestesia

 

Para alívio das dores, a anestesia pode sim ser usada em um parto humanizado em ambiente hospitalar, mas sua prática não pode ser liberal, respeitando-se inclusive o desejo da mulher, caso este recurso não seja estritamente necessário. Antes de sua aplicação é preferível lançar mão de métodos não invasivos, mais "naturais", para evitar possíveis complicações decorrentes da anestesia, como a maior probabilidade de partos instrumentados. A anestesia, mais comumente a raque, a peridural, ou a combinação de ambas,  têm seu lugar quando os demais recursos não são capazes de dar conforto suficiente para a mulher, impedindo-a de vivenciar prazerosamente a experiência do parto, e houver indicação médica. De todo modo é preferível que o anestesista em questão consiga administrar doses que não comprometam a capacidade da mulher se locomover e nem a eficácia das contrações.

 

7. Combate a violência obstétrica

 

De acordo com e Defensoria Pública do Estado de São Paulo, atualmente 1 em cada 4 mulheres sofrem Violência Obstétrica.

 

A violência obstétrica acontece quando existe o desrespeito à mulher, seu corpo, sua fisiologia e seus processos reprodutivos e emocionais no cenário que gira em torno do nascimento, tanto durante a gestação quanto no parto, pós-parto ou abortamento.

 

Isso acontece principalmente nas formas de: descriminação, seja ela racial, social, política, religiosa, etc; tratamento desumano, agressivo, ofensivo ou inapropriado por parte do profissional de saúde; falta ou negligência em passar informação a gestante e à família; abuso da medicalização através do uso indiscriminado de procedimentos médicos aplicados como rotina que acrescentam desconfortos e fatores de risco à mãe e ao bebê; transformação do parto de um evento natural, saudável e fisiológico para um evento patológico; apropriação corpo e dos processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, desrespeitando o direito de escolha das mulheres sobre seus corpos.

 

 

8. Investimentos em saúde e adequação das estruturas físicas das maternidades.

 

Por humanização da assistência ao parto entende-se um processo que inclui desde a adequação da estrutura física e equipamentos dos hospitais, até uma mudança de postura/atitude dos profissionais de saúde e das gestantes. A adequação física da rede hospitalar – para que a mulher possa ter um acompanhante durante o trabalho de parto e para os procedimentos de alívio da dor – requer, além de boa vontade, também investimentos. Entretanto, é conhecido que os hospitais também apresentam alguma resistência em modificar suas “rotinas” de obstetrícia e poucos são os que têm instalações/condições minimamente adequadas para, por exemplo, permitir a presença de um acompanhante para a gestante do SUS em trabalho de parto ou garantir sua privacidade. Dessa forma, é fundamental que não ocorra um descompasso entre discurso e a prática e que a distância entre o que se recomenda e que se faz possa ser reduzida através da adoção de um conjunto de medidas de ordem estrutural, gerencial, financeira e educativa, de forma a propiciar às mulheres brasileiras um parto verdadeiramente humanizado.


Como uma mulher pode se preparar para um parto humanizado?

 

  • O primeiro passo é fazer um bom pré-natal para saber se a sua saúde e a do bebê estão bem. Desta forma há menos probabilidade de precisar de intervenções.

 

  • Pesquise, pesquise e pesquise!!!

 

  • Procurar um obstetra que goste e saiba conduzir um parto desta forma é o segundo passo. Converse com o médico que lhe atende e com o qual você tem afinidade sobre suas escolhas. Caso seja necessário, troque de médico. Sem um obstetra e uma equipe motivada e treinada para fazê-lo, não é possível alcançar plenamente o objetivo. Por lei, todos os planos de saúde e hospitais são obrigados a informar a parturiente sobre as taxas de parto normal e de cesárea que cada médico e hospital realizam. Sempre vale a pena checar para não cair no conto do vigário...

 

  • Frequentar grupos de apoio à maternidade e ao parto humanizado. Além de fornecer diversas informações, aumenta as chances de encontrar um profissional com o perfil que você deseja. A Almaterna realiza semanalmente rodas gratuitas à gestantes e mães no pós-parto. Sejam bem-vindas!

 

  • Inclua seu parceiro ou acompanhante de parto nas discussões e decisões, e façam um plano de parto!

 

  • Frequente um curso de preparação para o parto.

 

Conclusão

 

Certamente, não basta termos normas e manuais. Para, de fato, conseguirmos mudar a relação entre profissional de saúde e mulher é necessário uma mudança de visão e atitude que depende de cada um de nós.
 

Qualquer tipo de parto pode ser uma experiência incrível, na qual a mulher se sinta segura, tranquila e respeitada. O parto humanizado é sobretudo aquele em que se respeitam as escolhas,  segurança, desejos e limites de cada mulher e de seu bebê. Toda mulher deve ter o direito de escolher o seu parto e todo bebê merece ser bem-vindo ao mundo! 

 

 

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